Postes

No fundo, não passamos de um brinquedo, uma bola nas mãos, ou melhor, nos pés do Destino, que nos chuta para a frente e para longe. Uma vezes acerta, outras não. Quando acerta entre os postes fazemos golo, quando não acerta, batemos na trave ou vamos para canto. Na verdade, o Destino acerta sempre, uns nasceram para vencer, outros para perder, o que dá igual, pois nascemos todos para morrer.

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